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 O Processo de Cura
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Alinhamento entre os 4 corpos

Integração do Inconsciente

Expansão de Consciência

A volta a si mesmo

   - Autoconhecimento

Canais de Cura

Fases do Processo de Cura

Alternativas durante o processo de mudança

Abordagens sutis/ "drásticas" 

Crises de Cura

Responsabilidade Pessoal

Trabalho Pessoal

Velocidade das Mudanças

Dimensões da Mudança

Freqüência de Tratamentos

Energia e Pensamento

Dando vazão a conteúdos mentais

Oráculos / Arquétipos / Assemelhados

Surtos / Transes / Quebra de Freqüência

Segredos / Trabalhos Individuais / Trabalhos de Grupo

O Anjo da Dor

A influência dos relacionamentos

Propagação do Processo

Ser possível é diferente de ser fácil

Estado de alerta / Estado de Tensão

Padrões

Regressão / Flash Back

"Não gosto de Terapia"...

Não existe cura sem

 

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"De tudo ficaram três coisas:
a certeza de que estamos sempre começando
a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar
a certeza de que é preciso continuar

Portanto façamos da interrupção um caminho novo
da queda um passo de dança
do medo, uma escada
do sonho, uma ponte
da procura, um encontro" -
Fernando Sabino

 

O processo de cura é um movimento constante da vida e do universo. Estar consciente dentro desse processo nos faz multiplicar a alegria de viver e entender o seu sentido, resgatando a saúde perfeita e a longevidade que fazem parte de nós, mas das quais muitas vezes nos esquecemos.

 

 

 

Alinhamento entre os 4 corpos

 

Alinhar nossos 4 corpos inferiores (emocional, físico, mental e espiritual) é uma forma segura e eficiente de promoção da cura. Estar presente e ciente do que nos acontece nos trabalhos de cura, nos abre a possibilidade de resgatar esse estado em nosso dia-a-dia. Alinhar nossos 4 corpos tem tudo haver com a percepção do tempo.
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Integração do Inconsciente
"Para diferenciar o eu do não-eu é indispensável que o homem - na função de eu - se conserve em terra firme, isto é, cumpra seu dever em relação à vida e, em todos os sentidos, manifeste sua vitalidade como membro ativo da sociedade humana" - Jung.

Sob uma forma simples, poderíamos dizer que inconsciente é tudo aquilo que está fora da percepção captada direta e racionalmente. O processo terapêutico, em sua evolução, tende a abrir caminho para que a pessoa possa integrar a manifestação de seu inconsciente, tanto a nível pessoal quanto coletivo. Como parte do sistema de equilíbrio psíquico, a manifestação do nosso inconsciente é simplesmente um fato, uma característica do nosso estado de ser. Quanto mais reprimida estiver sua integração ao eu, mais o inconsciente se manifestará sob formas cada vez mais "densas", aparecendo evolutivamente como: pensamentos dominantes, fixos; incômodos emocionais e/ou físicos; atos falhos; padrões de comportamento e ação auto-destrutivos; doenças físicas; encontros e acontecimentos não desejáveis; acidentes; morte prematura (não necessariamente nessa ordem ou se limitando apenas a esses itens).

Aceitar que a vida é composta não somente de racionalidade é um bom passo para abrir-se para o processo de integração do inconsciente. Conhecer, assimilar, aceitar e respeitar as mensagens do corpo e seus inúmeros mapas reflexológicos bem como dos nossos sistemas energéticos é forte instrumento para busca e ancoragem de cura. Uma parte mais prazerosa é sua integração pela interação com os sonhos, o despertar da intuição, uma vida atenta ao sutil sem perder o foco do equilíbrio, o caminho do meio.

Citando novamente Jung (um expoente máximo deste assunto), não há dentro de uma avaliação objetiva, racional, meios confiáveis de fazermos uma análise adequada de nós mesmos.
Só o inconsciente, por estar livre de nossas ações reflexas racionais, pode nos dar um feed back cristalino a nosso próprio respeito.

Conheça e interaja com seu inconsciente:

(os links contém passos iniciais sugeridos para a busca dos conhecimentos citados)

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Expansão de Consciência

Nossa consciência expande-se proporcionalmente ao alcance da nossa autopercepção e limitada por nossa capacidade em aceitar e integrar a responsabilidade por todos os acontecimentos de nossa própria vida.

A evolução é o sentido da vida. Expandir a consciência é integrar evolução em nossa jornada.

Veja o conteúdo específico sobre Instrumentos e Práticas de Cura e Expansão de Consciência para acessar propostas práticas de como entender e vivenciar a expansão de consciência.

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A volta a si mesmo

Terapia 
pode ser considerada um retorno ao eu, uma “Volta ao lar”. Barbara Brennan diz "A doença começa quando começamos a nos esquecer de quem somos"...

Quando crianças, estamos totalmente integrados com a consciência cósmica, porém inconscientemente. Cabe a cada um de nós resgatar esta integração, agora, de uma forma consciente.

Ao sentirmos a manifestação real da cura em nós, não temos a menor dúvida de que sua manifestação é real, verdadeira. A sensação é exatamente a de estarmos resgatando o que já somos e sempre esteve dentro de nós, embora não o alcançássemos.

Entretanto, e infelizmente, o estado de cura real e completo é pouco comum. Quando manifestando a cura integral, nos sentimos realmente completos, sem a necessidade de artifícios de comportamento, de substâncias, de atos ou de relacionamentos para estarmos plenos.

Autoconhecimento

Autoconhecimento é uma palavra chave dentro do processo de volta a si mesmo.

A este respeito, segue abaixo a transcrição do trecho final do vídeo Meditação e Projeção Astral:

Durante a gestação, a consciência viaja freqüentemente para a fonte de tudo o que é; até os sete anos, temos consciência de nossa ligação com a fonte; dos sete anos aos quatorze, a mente adquire sua própria forma; o intelecto é formado dos quatorze aos vinte e um anos; dos vinte e um aos vinte e oito anos experienciamos a combinação do corpo, mente e intelecto; dos vinte e oito anos em diante, a vida depende do autoconhecimento.

Se a pessoa não tem conhecimento do self, sua consciência fica entre o corpo e a mente. Por causa disso, a miséria começa. Ele pode não compreender as situações; as coisas começam a ficar mais críticas para ela; ela se move aceitando a rigidez; a rigidez tranca o fluxo da energia cósmica; dentro disso, ela sofre doenças, estresse e tensões; ela passa seus dias sem consciência; não pode entender o propósito real de sua vida; ela passa dos dias da infância para a juventude e depois para a velhice e finalmente passa daqui para fora do plano terrestre sem ter completado o propósito de ter vindo ao planeta Terra; Isto é o que chamamos de morte; mesmo depois da morte, a camada da mente rígida, com a não compreensão não permite que a consciência alcance a fonte. Por causa da compreensão errada a pessoa cria seu próprio inferno e céu e permanece como um ser do baixo astral;

Se a pessoa começa a vida estando com o self, sempre estará em paz em todas as situações dadas. Mesmo depois da morte ela não vai estar nas freqüências mais baixas e vai novamente para a fonte.

 

Pela obtenção de elevado conhecimento, através do terceiro olho, viagem astral, conhecimento da morte e da vida, a pessoa terá perfeita compreensão do corpo, mente, intelecto, self e força da vida. Ela compreenderá que a consciência é uma combinação de energia e conhecimento.

A consciência vem para este plano para ganhar mais energia e conhecimento e para criar.

Por viver todo o tempo com esse entendimento a pessoa começa a ter entendimentos mais elevados sobre a existência de toda a criação.

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Canais de Cura

Um canal de cura pode ser uma pessoa, um remédio, uma situação, um sonho, enfim, qualquer veículo para o qual a pessoa esteja atenta, aberta e saiba aceitar e receber a vivência e o aprendizado de cura. O mais interessante é que a pessoa vivencie canais de cura diversos, tanto de técnicas quanto de pessoas. É muito eficiente receber tratamento tanto de mulher quanto de homem, tanto em grupo quanto individual.

Uma vez conhecendo o caminho da cura, vamos passando por situações nas quais percebemos claramente que teremos que recorrer a determinados canais. Muitas vezes percebemos que determinadas coisas só poderão ser resolvidas e/ou agregadas por nossa ação solitária. Outras vezes, deveremos recorrer a profissionais específicos, como médicos, terapeutas, massoterapeutas, dentre outros.

É importante lembrar que todos temos o sentido e dom da cura, uns mais desenvolvidos do que os outros, alguns tendo isso por profissão. Um exemplo patente é o grau de consciência que uma mãe tem em relação ao que pode fazer bem a seus filhos pequenos.  A este propósito, segue uma frase de Benjamin Rush - médico e signatário da Declaração de Independência dos Estados Unidos: "Se a liberdade de prática da medicina não for inserida na Constituição, dia virá em que a medicina organizada tomará a forma de uma ditadura disfarçada... A Constituição desta República deve garantir não só a liberdade religiosa como também a liberdade médica."

Definições didáticas sempre têm a sua importância. Em "A Loucura Cura", de Guilhermo Borja, o autor cita três tipos diferenciados de terapeutas: 

  • racionais - trabalham o pensamento, com orientação para o passado; trabalho analítico demorado; importância a todos os detalhes em cada situação e relação - foco em analisar o desejo antes de satisfazê-lo;

  • emocionais - capacidade de expressar e exteriorizar; baseia-se no contato; apoio na força e na presença; viver o presente e desfrutá-lo - foco em poder expressar o desejo;

  • de atos - baseam-se na ação, valorizando os impulsos e a realização  dos desejos - foco em realizar o desejo.

A cura demanda envolvimentos e desdobramentos de nossa parte em todos os níveis de nosso ser e de nossa manifestação. Considerando-se, por exemplo, a abordagem acima, cada pessoa possui uma maior propensão a ser abordada/trabalhada sob o foco de um desses canais. Poderíamos considerar também abordagens focadas em cada um dos quatro corpos inferiores: emocional, físico, mental e espiritual.

O importante é saber que uma abordagem, seja lá em qual área, corpo ou foco que seja de nosso ser, estará automaticamente refletindo-se, ressonando, nos demais. Cada um pode procurar em momentos distintos focar qualquer uma dessas áreas, preferencialmente a que sentir, pela intuição, estar a ela mais aberto na ocasião. É fundamental estar atento para perceber, no caso de estar procurando um terapeuta, que o mesmo seja flexível para saber transitar entre técnicas e abordagens distintas, de modo a não forçar o terapeutizado a aceitar a abordagem por ele previamente pensada. No caso de procurar alguém que domina apenas um tipo de técnica e/ou abordagem, esteja certo primeiramente que é daquilo que você está precisando.

O maior canal de cura consiste em a pessoa desenvolver a capacidade de atrair para a sua vida os fatos e os acontecimentos necessários para o seu desenvolvimento e crescimento global.

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Aceitar que a vida é composta não somente de racionalidade é um bom passo para se abrir para o processo de integração do inconsciente. 


 

 

 

 

 


 

A expansão de consciência e a imersão nos processos terapêuticos envolvem a  busca e a consciência de padrões


 

 

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Fases do Processo de Cura

Em "Luz Emergente", Barbara Brennan, cita sete estágios da cura:

  • Negação

  • Revolta

  • Negociação

  • Depressão

  • Aceitação

  • Renascimento

  • Criação de uma nova vida 

A evolução do processo de cura trata-se de um caminho não linear e não progressivo, o que muitas vezes gera muitas desilusões em se ter começado a percorrer esse caminho, desânimo e até desistência. Este é um desdobramento especialmente ligado às fases de revolta e depressão. Há um paralelo muito interessante a esse respeito que é muito bem abordado em Matrix I, onde o personagem Cyber representa aquele que viu a verdade, despertou para a realidade, mas prefere a ilusão e a mentira (veja esta passagem na análise do filme).

Um processo de cura real envolve todo o nosso ser, com desdobramentos sobre nossas necessidades emocionais, físicas, mentais e espirituais, muitas vezes demandando processos longos e complicados, como troca de emprego (ou até de profissão), mudança de endereço, estabelecimento de novos ou desfecho de antigos relacionamentos, dentre tantos outros processos. Uma cura real também sempre denotará uma mudança em um correspondente físico, trazendo maior conforto e prazer em viver a realidade material.
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Alternativas durante o processo de mudança

Uma questão é particularmente interessante em relação às mudanças de atitudes ligadas aos processos de cura, bem como às mudanças de uma forma em geral, é o estabelecimento de alternativas em relação a padrões e hábitos que nos eram comuns. Vejamos, por exemplo essa seqüência de hábitos (ou ainda de tantos outros comportamentos depreciativos do nosso estado geral de saúde e manifestação):

  • utilização de determinados tipos de alimentos prejudiciais à saúde, mas que trazem um prazer ilusório adquirido por seu consumo (como açúcar, chocolates, café etc);

  • dependência de drogas;

  • hábitos sedentários;

  • troca de carícias frias com as pessoas (do tipo "olha como anda mal freqüentado este lugar").

Para encontrarmos suporte para largar essas questões, precisamos conhecer alternativas que nos preencham as lacunas criadas ao deixar essas coisas para trás. Alternativas que se mostrem eficientes e prazerosas. Nesse sentido, a pessoa deve estar atenta para os resultados não imediatos que as mudanças podem proporcionar e focar em seu bem estar, o que ajuda e facilita a encontrar prazer e satisfação em atingir as mudanças desejadas e/ou necessárias. Em relação aos exemplos acima, podemos citar respectivamente:

  • consumo de comidas mais naturais e saudáveis;

  • prática de exercícios de expansão de consciência e acesso a experiências místicas sem o uso de indutores psicoativos (como a hiperventilação e os sonhos lúcidos), bem como conhecimento dos aspectos espirituais ligados aos processos de expansão de consciência;

  • exercícios não competitivos e confortáveis ao corpo e estado emocional;

  • conhecimento dos processos ligados às defesas de personalidade e conseqüente conhecimento dos medos e carências muitas vezes inconscientes que nos levam a interagir de forma negativa com as pessoas, de modo a nos abrirmos e freqüenciarmos contatos mais calorosos, sinceros e com respeito mútuo.

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Abordagens sutis / "drásticas"

 

Há correntes de linhas terapêuticas que defendem abordagens sutis e outras abordagens drásticas, até mesmo invasivas.  Nenhuma dessas duas linhas é boa ou ruim por si só. Duas questões são fundamentais para se ter em conta ao se optar entre cada uma delas:

1) adequação para o momento em questão;

2) equilíbrio. 

 

Muitas pessoas que conheceram os benefícios das ditas terapias complementares passaram simplesmente a se negar a aceitar tratamentos e intervenções vindas da medicina tradicional, científica, ortodoxa, o que é UM GRANDE ERRO. A medicina "convencional" é muito rica em possibilidades e êxitos. Inclusive, receber uma intervenção drástica e invasiva, do tipo intervenção cirúrgica para retirada de determinadas partes do próprio corpo, é o único caminho viável e possível para atingimento da cura em determinadas circunstâncias.

 

Por outro lado, muitas pessoas simplesmente eximem-se da responsabilidade pessoal sobre si próprias e colocam na mãos de terceiros todas as suas decisões e esperanças, entregando-se a tratamentos com medições fortíssimas, por anos e anos, sem nada mais procurarem para dissolverem as causas reais de seus males.

 

Desbloqueio. Alinhamento. Equilíbrio. Estas três palavras são fundamentais quando o assunto em questão é cura. Assim como podemos fazer um paralelo, com um apelo, solicitando às pessoas equilíbrio entre abordagens convencionais e alternativas/complementares, também podemos fazer um alerta de equilíbrio para ser adotado dentro da utilização dos métodos alternativos.

 

Na década de 80 houve um grande boom das terapias do tipo "matar o pai e mãe". Essas técnicas, muitas lançando mão de sessões catárticas, geraram efeitos maravilhosos e gratificantes para quem as procurava. Entretanto, o passar dos anos mostrou que muitas vezes problemas com as mesmas bases dos que haviam sido trabalhados voltavam ainda mais fortes e agora de dissolução mais difícil e complicada. Alguns tratados psicológicos procuram desmerecer processos de regressão, de liberação emocional, catarse ou ab-reação, sob o argumento de em alguns casos se constatar que esses processos não geram efeitos definitivos. É muito importante lembrar que além de servirem como desbloqueadores, esses processos, mesmo não sendo definitivos, funcionam como ativador da memória e como parâmetro para que a pessoa possa resgatar por si só os estados e benefícios alcançados durante essas vivências.

 

Mas não basta "quebrar couraças". Se uma pessoa possui uma defesa, uma limitação ou uma resistência a ir a determinado ponto de si próprio ou de expansão de consciência é porque aquilo tem um forte motivo e uma função de proteção para a pessoa. Mais adequado do que "quebrar uma couraça" é dissolvê-la, no tempo e na proporção que não gere novas resistências para a pessoa.

 

Ao entrar no processo catártico, de êxtase, de abertura ou expansão consciencial ou qualquer outro parecido, também é importante que a pessoa seja novamente "fechada"/protegida antes de sair do ambiente clínico ou de cura para retornar ao contato "comum" com o grupo, ao dia-a-dia, ou a rotina, evitando assim que eventuais surtos negativos lhe gerem problemas e inconvenientes.

 

Assim como é imprudente, ou até mesmo nocivo, ficar "trabalhando" os conteúdos psicológicos, a rejeição da infância e a liberação emocional de um cardíaco prestes a falecer se não vier a ter o peito físico aberto, operado, safenado em curtíssimo espaço de tempo, recomendo que quem nunca passou por um processo catártico, que passe por vários. Quem nunca sentiu o efeito positivo e poderoso de um tratamento sutil, de um bom aconselhamento, de uma imposição de mãos, da homeopatia, dentre tantos outros processos, que procure mais perceber as influências sutis, que se abra para saber o que é ressonância. Quem nunca recebeu um tratamento de quiropraxia (este nada sutil), que procure se entregar a essa experiência. Um único processo de catarse, de êxtase espiritual, uma liberação de coluna podem não resolver o seu problema, mas se bem aplicados e vividos, com certeza, servirão como uma ponte para a lembrança de quem você realmente é, abrindo ainda portais para sua busca e lhe dando mais um novo tempo, com um ânimo renovado, para poder ir buscar sua cura mais profunda e definitiva.

 

Equilíbrio sempre.
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Crises de Cura

As crises de cura são reações comuns após os trabalhos de cura. Podem constituir-se do agravamento temporário de algumas percepções e estados, gerando efeitos como alteração de sono, resfriados, diarréias ou quaisquer estados de excreção ou introspecção diferenciados. A pessoa deve estar atenta para entender as mensagens intrínsecas que essas ocorrências trazem.

Especialmente nos trabalhos envolvendo liberação emocional intensa essas crises são muito comuns. O terapeuta deve estar atento para que a descarga emocional não seja muito mais intensa do que a pessoa está preparada para aquele momento, de modo a evitar uma evasão energética muito intensa, que pode diminuir muito a força imunológica e agravar essas crises.
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Responsabilidade Pessoal

A responsabilidade pessoal por si próprio é um dos maiores canais de cura. Entretanto, este é um caminho que se trilha lentamente, ancorando progressivamente consciência e responsabilidade sobre tudo o que possa nos acontecer.

Toda manifestação de nosso ser possui um correspondente em cada um de nossos corpos. Assim, em relação a nossas doenças, é muito interessante procurarmos entender os correspondentes psicológicos, emocionais, espirituais e físicos que nos levaram àquela situação.

A profundidade de envolvimento com o processo cabe a cada pessoa, sendo-lhe este um direito inalienável e íntimo, assim como os direitos de nascer e morrer quantas vezes lhe for necessário ou manifesto em seu livre arbítrio. Entretanto, é muito importante que a pessoa possa ter esclarecido para si própria, mesmo que isso lhe desagrade, a eventual condição de estar procurando, mesmo que inconscientemente, um determinado processo terapêutico apenas para mais uma vez provar que "é uma coitadinha", "que seu caso não tem remédio" ou ainda apenas para reforçar novamente seu padrão de que nenhum canal de cura ou processo consegue vencê-la em seu propósito em continuar doente, inconsciente à sua própria realidade ou irresponsável por sua própria condição.

Seria cômico, se não fosse trágico e a base de um dos maiores males da humanidade, além de ser um pensamento totalmente sem lógica e até racionalmente ridículo, a crença amplamente difundida de que a pessoa não tem nada a ver com as doenças que manifesta, que não cabe a ela própria nenhum tipo de responsabilidade sobre o que acontece exatamente dentro dela.

Esse tipo de pensamento é uma muleta social amplamente aceita. É muito fácil taxar alguém de vagabundo ou preguiçoso por não conseguir carregar forças suficientes para trabalhar ou vencer suas próprias limitações (inclusive, as pessoas que fazem esse tipo de taxação ignoram, dentre muitos outros conhecimentos, as manifestações ligadas à depressão e à oralidade). Entretanto, todo mundo aceita de bom grado quando alguém sofre algum tipo de ataque ou mal qualquer, sendo os mais comuns, os cardíacos, vasculares e os de coluna. Quando alguém cai doente, tudo bem se a pessoa “estava fazendo sua parte”, entendendo isso como ir além dos seus próprios limites para se adequar às expectativas e falsas crenças das outras pessoas, da sociedade ou até mesmo para sufocar suas próprias limitações em perceber e definir o que realmente está errado consigo. Enganar-se é um artifício que serve apenas à consciência e a razão, mas não é o suficiente para a emoção, o corpo e o espírito.

Muitas pessoas atribuem a causas externas a responsabilidade por tudo o que acontece em suas vidas, aos pais, à criação, às condições de sua infância, aos infortúnios que vivenciou, a condições sociais desiguais, à falta de oportunidade e até a Deus. Como é do consenso comum, Deus está em todas as coisas, inclusive em cada um de nós, que somos, também, manifestações de sua divindade. Para quem já está a mais tempo no caminho da busca pessoal, fica clara a própria responsabilidade e participação inclusive sobre os infortúnios, fracassos e, até mesmo, acidentes nos quais se envolvam.

Vale ressaltar que a questão deve ser focada sob a ótica da responsabilidade e não da culpa (que são polaridades do mesmo sentimento...), tanto por parte de quem passa por qualquer sofrimento quanto por quem se apresenta apenas como parte externa do processo. Claro que uma criatura não sofre por opção consciente (a razão é limitada para isso, o espírito e o plano causal não...). Para quem toma parte como expectador do sofrimento de um outro ser qualquer não cabe julgamento algum. A compaixão deve ser a atitude do observador, manifestada dentro do maior grau de alcance que sua consciência puder atingir.  

Há uma abordagem muito interessante complementar a este conteúdo no texto O propósito dos grupos de terapia do Osho. Vale à pena conferir.

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Trabalho Pessoal

Muitas vezes, o que ocorre em clínica ou em vivências em cura é maravilhoso, até espantoso. Entretanto, o mais importante é que a pessoa possa consolidar o que se alcançou, resgatar voluntária e permanentemente qualquer eventual sensação que tenha se evidenciado a sua memória em uma vivência de cura. Por exemplo: às vezes, determinada pessoa vive a tantos anos com medo, ansiedade, uma determinada dor específica ou qualquer outro sentimento desagradável e dominante, que nem sabe mais ou nem tem mais a noção de como é o estado de não ter aquilo incorporado a sua auto-percepção. Durante um trabalho de cura, ela pode sentir-se (seguindo a seqüência de exemplos acima...) confiante, serena, leve e fluída... Este estado pode não ser a cura em si, mas pode perfeitamente servir de parâmetro para que sua lembrança de seu real estado de saúde seja resgatado, abrindo um portal para que, no dia-a-dia, ela possa trabalhar para si própria, com o intuito de resgatar e incorporar o benefício alcançado.

 

O trabalho pessoal é fundamental para a consolidação e continuidade dos benefícios alcançados dentro de trabalhos de cura. Os principais pontos são:

 

Velocidade das Mudanças

 

As mudanças no sentido da cura tendem a ser mais lentas e envolvendo processos mais demorados nas primeiras vezes em que ocorre com o indivíduo, especialmente sob sua vivência/entendimento como sendo um processo integral e completo. A medida que a pessoa vai interiorizando o conhecimento além da razão, especialmente os conhecimentos físicos e emocionais do seu estado de cura, de saúde plena, os processos de mudança vão ficando mais rápidos, podendo em alguns casos pontuais se manifestarem instantânea e definitivamente.

 

A mudança/conhecimento do primeiro processo integral de cura é tão intensa que tende a envolver um influxo energético surtante, até mesmo por uma questão de sua reflexologia com o processo de nascimento da pessoa (lembrando que nascer além de ser o maior surto pelo qual podemos passar também é o maior dos processos de cura e de iniciação espiritual). Nos demais processos, subseqüentes ao primeiro, esse influxo pode já não ser efetivamente surtante, mas será quase isso, dependendo da intensidade do processo de cura que a pessoa optar (mesmo inconscientemente) por integrar.

 

Alguns sentimentos ou percepções são mais passíveis de serem mudados definitiva e quase que instantaneamente após uma sessão de cura. Esses sentimentos normalmente estão ligados a percepções e/ou expectativas distorcidas da realidade, como, por exemplo, sensação de que algo extraordinário irá acontecer e mudar sua vida, ou até mesmo a sociedade e o mundo; necessidade de reconhecimento e acolhimento além da realidade (normalmente a pessoa se quer tem noção que sua carência de afeto e reconhecimento é gigante e definitivamente fora da realidade: não importa o quanto ela seja reconhecida, sua expectativa será ainda maior...).

 

 

Outros sentimentos para serem dissolvidos envolvem o desdobramento de longos períodos, pois demandam a troca de memórias de situações adversas por novas experiências compensatórias.

 

No primeiro caso, temos o grupo das "coisas" que a pessoa idealizou ou projetou distorcidamente a partir de suas próprias idéias e percepções. No segundo, experiências negativas reais efetivamente vividas e que precisam ser trocadas.

 

A memória independe da vontade própria, é automática e está diretamente ligada e influenciada pela qualidade emocional presente durante o momento de ocorrência e gravação de seus conteúdos. Dessa forma, uma sensação constante, por exemplo, de fracasso não será passível de ser esquecida pela pessoa. Entretanto, sua memória emocional de fracasso poderá ser re-editada por experiências recorrentes de sucesso e êxito, proporcionalmente tão importantes quanto a experiência que gerou ou as experiências que geraram o sentimento anterior de fracasso e perspectiva de que tudo o que venha a ser realizado "não levará a nada".

 

Nesse "mesmo barco" encontram-se experiências de rejeição, medo/insegurança, fraqueza, fome e carência, dentre tantas outras, que devem ser reeditadas positivamente com experiências bem sucedidas de aceitação, confiança, força, satisfação etc. Isso pode demandar muitos anos.

 

Muitas mudanças só serão passíveis de serem efetivadas e gravadas como definitivas em nós a partir de exercícios constantes, não apenas, e também, exercícios físicos, mas exercícios de comportamento e atitudes. Por exemplo: para acabar com uma sensação constante de ansiedade é muitíssimo recomendado o exercício de comer lentamente, o que exige normalmente um esforço tremendo, a confluência de várias pequenas técnicas e muito, muito tempo, para que a pessoa possa ter êxito nessa tarefa aparentemente tão simples.

 

Após percebido um determinado padrão indesejável em nós, haverá ainda um tempo posterior no qual perceberemos a sua ocorrência novamente, sem que consigamos nos manifestar ainda da forma que já desejamos. Esse período é crítico. Muita calma e aceitação nesse momento.

 

Para integrar as mudanças em nosso corpo físico, sinal de que se tornaram efetivas e, se for o caso, definitivas, também há um "delay". Nosso corpo físico renova-se em nível atômico numa média de 98% a cada ano; celularmente temos uma renovação praticamente completa a cada 7 anos. Quer dizer: pensar ou sentir diferente já é um bom começo, mas ainda há um tempo para que a pessoa como um todo possa ser transformada por um "novo metabolismo"...

 

Sobre a questão do tempo, ainda podemos considerar que determinados processos de cura demandam não apenas experiências imediatas de quebra da freqüência do que se estava passando com a geração de um alívio imediato, mas também da construção, vivência e experiência de situações que demandam um longo período, como por exemplo a troca de emprego, ou até mesmo de profissão, a renovação de círculos de relacionamentos, o fim de determinada relação conjugal etc etc etc.  
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Dimensões da Mudança

 

Ainda sobre mudanças, é bastante importante ater-se à consciência de três dimensões de sua manifestação:

 

1.      Mudar a si;

2.      Mudar o ambiente;

3.      Mudar de ambiente.

 

Percorrer essas três dimensões é fundamental para a consolidação de um processo real e positivo de mudança.

 

Fugir de situações sem primeiramente plantar as sementes das alterações necessárias em si mesmo é estar fadado a si ver novamente envolvido(a) no mesmo cenário desagradável de antes. Esse tipo de padrão é muito comum durante a adolescência, quando nos rebelamos contra nossos pais e a única saída que vemos é sair de casa...

 

Primeiramente, mudamos a nós mesmos. A partir da nossa mudança, alterações positivas vão começar a acontecer dentro do ambiente a que estamos pertencendo naquele instante. Seguindo uma escala de elasticidade, nossa mudança interna tem limites ligados proporcionalmente ao tempo e as nossas potencialidades. Dentro de um mesmo ambiente, iremos mudar até um determinado ponto e estagnar. O ambiente irá mudar também, inclusive as outras pessoas receberão efeitos positivos de nossas curas.

 

Mas o ambiente também tem sua elasticidade e suas limitações. Neste momento, aí sim, é a hora de mudar de ambiente. Percorrer com consciência essas esferas e dimensões abrirá os portais para que no novo ambiente voltemos a crescer e a distribuir em definitivo as bênçãos que atingimos, pois elas foram reais, se mostraram reais, deram frutos, não tendo sido apenas fugas às quais recorrermos. Os mesmos desafios de outros tempos podem voltar, entretanto, eles serão precocemente detectados e nossas respostas e encaminhamentos serão outros, dentro de novos padrões, garantido os estados de cura, equilíbrio e harmonia aos quais já fizemos jus.

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Freqüência de tratamentos


Muitos profissionais estabelecem uma freqüência prévia para a periodicidade dos tratamentos que aplicam, com números de sessões e intervalos pré-definidos. É fato que essa fórmula tem sucesso para muitos casos e muitas pessoas.

 

Entretanto, tanto a longo prazo quanto para aplicações pontuais, o mais importante é que a própria pessoa que busca a terapia perceba, compreenda e assuma a responsabilidade pessoal de definir para si própria a freqüência e os períodos de suas próprias necessidades de buscar a cura e ajuda. Como descrito no item "Velocidade das Mudanças", muitos processos exigem muito mais do que apenas encaminhamentos realizados no ambiente clínico.

 

A freqüência de tratamentos também depende da reação da pessoa após cada sessão, da sua abertura, resistência e capacidade para integrar o que foi trabalhado, além da confluência imprevisível da força dos fatos e dos acontecimentos externos.

 

Não ter segurança na proposta de trabalho do profissional que eventualmente o esteja orientando sobre este assunto pode ser um sinal vermelho contra uma força que pode estar mais preocupada em tirar benefícios para si própria do que fazer uma troca justa com você. Ligue a sua intuição. Esteja atento.
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Energia e Pensamento

 

A energia e o pensamento são duas coisas que todas as pessoas conhecem. Cada um de nós em uma determinada profundidade de entendimento e percepção, a qual normalmente vai se ampliando ao longo do tempo. Podemos fazer uma comparação com as notas musicais, que são as mesmas, porém em oitavas de profundidade distintas.

 

 

Mesmo as pessoas mais céticas em relação ao reconhecimento da existência e das influências das energias sutis também sabe o que é a energia, elas a sentem, pois sabem quando estão dispostas, indispostas, cheia de vontade de fazer as coisas, ou algo em específico, bem como quando estão indispostas para tudo.

 

 

A física quântica já reconhece que a energia e a matéria são a mesma coisa, em estados vibratórios diferentes, porém intercambiáveis (a energia pode se tornar matéria e vise-versa). Nada, absolutamente nada, existe sem que, digamos assim..., esteja envolto por energia. Mesmo o pensamento demanda energia para poder existir e se manifestar.

 

 

A mente da maioria de nós costuma sofrer da Síndrome do Pensamento Acelerado, muitos pensamentos, num alto ciclo por segundo, incessantemente. Podemos comparar a mente humana média atual como se fosse um chuveiro de alto consumo demandando energia do corpo físico o tempo inteiro.

 

 

Quanto mais absorvemos e entendemos o que é o pensamento e a energia, maior a nossa capacidade de diminuir a freqüência mental, chegando até a conseguir silenciar por completo a mente, aproveitando a energia abundante daí resultante para poder empregar no equilíbrio físico, na saúde e na realização dos atos mais complexos de nossa existência. Uma boa forma de se fazer isso é através da meditação.

 

 

Entendendo e vivenciando a percepção da energia, também ganhamos poder para converter energias densas em sutis dentro de nosso sistema (como pode ocorrer, por exemplo, com a prática do sexo tântrico), além de conseguirmos absorver melhor e mais eficientemente as energias sutis o que é extremamente benéfico para nosso sistema de saúde.

 

Sentir a energia correndo dentro do nosso corpo, viva e dinâmica, é uma das sensações mais marcantes e gratificantes que podemos experienciar: expande nossa consciência, nos eleva a um estado alterado de percepção, nos abre portais para vivências místicas definitivas.

 

Nesta questão da energia vale lembrar que, como em todas as coisas, é necessário ter equilíbrio. Muitas pessoas se encantam com o poder da energia e passam a trabalhar para sempre ter mais, mais e mais energia, acumulando-a desenfreadamente. Ter muita energia não é bom, nem ruim. É apenas uma característica do seu estado de ser naquele instante. Muitas vezes, muita energia, especialmente num sistema desequilibrado, pode ser um grande transtorno, sem que essa manifestação encontre canais adequados para ter vazão. Em diversos momentos, o mais importante é deixar que a energia saia, flua, de nosso corpo físico da forma mais suave, ou até mesmo explosiva, possível. Uma boa dica sobre esse aspecto é se conectar com os desdobramentos que as estruturas de defesas de personalidade revelam sobre nossa bioenergia, que a grosso modo podem ser definidos nos seguintes distúrbios básicos:


1) não identificação do que é e onde está a própria energia ou a(s) energia(s) externa(s) - distorção da realidade;

2) falta de energia interna, quer seja por incapacidade de absorvê-la ou de retê-la - o que gera tendências depressivas, baixo estado de ânimo e dificuldade de realização pessoal;

3) necessidade de controle sobre a energia - tendência psicótica/paranóica;

4) retenção interna da energia - o que gera dificuldades de expressão, espontaneidade e tendência a se ver em situações difíceis das quais não consegue se livrar;

5) condensação da energia em seu ambiente interno - resultando em rigidez excessiva, desdobrando-se, a partir daí, em dificuldades de mudança e adaptação.

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Dando vazão a conteúdos mentais

 

Uma das grandes dificuldades que temos em parar a mente e/ou nos conectarmos no presente é por conta do grande volume de conteúdos que brotam incessantemente em nossos pensamentos.

 

A linearidade mental parece exigir constantemente nossa atenção, desviando nossas energias psíquicas e vitais para os mais diversos tipos de comportamentos, atitudes e sentimentos.

 

Veja, por exemplo, as distorções temporais (apoiadas no movimento mental...) ligadas a cada uma das 5 estruturas de defesas de personalidade:

 

Esquizóide Oral Psicótica Masoquista Rígida

Experimenta o tempo universal; é incapaz de sentir o tempo linear ou de viver no presente, no mundo físico

Nunca tem tempo suficiente

Lança-se para o futuro

Sente que o desdobramento temporal se deteve

Sente o austero e mecânico movimento do tempo para frente

 

Para calar a mente, uma das chaves está em dar vazão ao maior número possível de conteúdos mentais represados. Seguem algumas dicas:

 

- algumas, ou muitas, pessoas têm o desconhecimento do que é a sensação de dever cumprido, tão grande é o volume de coisas, ações e tarefas represados na mente e que recorrentemente insistem em brotar mesmo nos momentos de relaxamento, nos finais de semana, nas férias...  Priorize suas ações tomando como base aquela estória de escolher para colocar dentro do "pote" que você é, primeiro as "pedras grandes"(*), depois as pequenas, depois a areia e por último a água, sem inverter essa ordem (o que ocorre normalmente...). Faça isso numa macro escala e depois automaticamente isso irá acontecendo em relação às questões do dia-a-dia. A médio prazo, você conseguirá ter momentos de sensação de dever cumprido, com tendência a serem cada vez mais constantes e duradouros;

(*) Suas "pedras grandes" podem ser, por exemplo, dinheiro e fama, ou então saúde, família, realização profissional...

 

- escrever de uma forma em geral: anotar sonhos; poesias; textos diversos ou específicos (como, por exemplo, se estivesse falando para determinada pessoa o que sente à respeito da sua relação com ela). Seus textos não precisam ter necessariamente uma destinação ou chegar a um fim em específico. Se for o caso, você poderá até se desfazer, ou mesmo queimar, alguns conteúdos após anotá-los;

 

- colocar uma página pessoal na internet, um blog, foto log, entrar para um site gerenciador de relacionamentos e de comunidades. Esse tipo de ação nos ajuda a fortalecer o sentimento de afirmação pessoal e dar tranqüilidade em relação à concretização de nossa necessidade espiritual de dizermos ao mundo quem somos, além de nos ajudar a criar um ambiente adequado para discernir quais os nossos conteúdos internos que estão ainda em fase de elaboração (e que, portanto, devem permanecer não revelados, protegidos) e quais já estão maduros para serem expostos;

 

- organizar um plano de vida, estabelecer prioridades e urgências (muitas vezes estamos tão longe de uma clareza sobre nossos conteúdos internos que chega a ser necessário começar por definir até mesmo quem realmente somos...)
A mente é linear. Treinada, ela começa a dissolver urgências que ela própria costuma trazer à tona uma vez que essas mesmas urgências já tenham sido priorizadas e, por conseqüência, não se encontrem mais no plano de ação imediata, ou dependam de tarefas, atividades ou realizações prévias. A mente evita sempre o “re-trabalho” e o raciocínio duplicado em cima das mesmas questões. Você pode escrever um projeto (de vida) por conta própria ou ainda precisar da ajuda de um consultor de negócios que possa apoiá-lo em seus projetos e estratégias. Um bom consultor de negócios poderá lhe ajudar nos seguintes itens:

  • Definição de plano estratégico profissional

  • Elaboração de projetos profissionais e pessoais

  • Concepção de estratégia de marketing profissional e pessoal

  • Elaboração de planos de ação e definição de metas

  • Estudo de cenários e inteligência competitiva aplicada

  • Tutoria em comunicação e marketing

  • Inclusão digital para negócios

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Oráculos / Arquétipos / Assemelhados

Considerando-se as abordagens terapêuticas, existem ainda as baseadas em previsões, associações e leituras de códigos sutis, como astrologia, todos os tipos de jogos de cartas etc.

Ao ser abordado terapeuticamente sob esse prisma, a pessoa teve ter em conta que, geralmente, é muito pouco recomendável ater-se mais às influências sutis do que às influências mais materiais, físicas, cotidianas.

Estar aberto às abordagens arquetípicas é muito positivo, isso esteve presente em todas as culturas da humanidade. O exemplo clássico é a figura do salvador, dentro da civilização ocidental bem caracterizada, por exemplo, em Jesus Cristo e na oriental por Buda e ainda outros seres "iluminados". Entretanto, é preciso muita sabedoria para interpretar esses códigos e saber fazer a leitura personalizada com o que está acontecendo em nossas vidas.

Todas essas questões estão associadas ao acesso ao inconsciente, e, até onde tenho vivenciado, a maneira mais clara e segura de lidar com esses conteúdos é através da integração dos conteúdos dos sonhos e demais manifestações do inconsciente, sempre lembrando que essas interpretações não constituem uma ciência, mas sim uma arte.

O oráculo, que podemos considerar como uma quebra da leitura linear dos fatos e das avaliações puramente racionais, também tem seu valor. Entretanto, muito pouco se tem visto de leituras e processos sérios envolvendo esse tipo de abordagem. Na realidade, no futuro, todos nós já sabemos o que seremos. O grande "X" desse tipo de abordagem é saber qual será o próximo passo. Também para esse tipo de necessidade, percebo a integração dos conteúdos inconscientes como sendo, na grande maioria dos casos, uma forma mais adequada de se estar buscando qualquer tipo de feedback, pista ou orientação.

Nos filmes Matrix I e II há uma abordagem extremamente primorosa sobre essas questões. (veja o texto à respeito do primeiro filme da série)
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Surtos / Transes / Quebra de Freqüência

Os transes podem ser considerados estados contínuos de percepção alterada, que podem se manifestar consciente, inconsciente, ou semi-conscientemente, por  quem os vive. Saber entrar em transe ou se induzir a eles conscientemente, e com responsabilidade pessoal acima de tudo, pode ser um processo de exercício poderosíssimo para que a pessoa aumente o seu poder de se manter dentro do seu próprio eu, do seu caminho, do seu "movimento", sem ser dele tirado ou desviado por outras pessoas, quer voluntária ou involuntariamente. 

Os surtos muitas vezes originam-se a partir de transes fortes, porém com um caráter mais duradouro e manifestando-se de forma inconsciente para quem os vive, não sendo necessariamente, por si só, processos negativos. No dicionário, podemos encontrar os seguintes sinônimos para surto: vôo alto, desejo intenso, ambição, cobiça, arranco, arrancada, impulso.

A quebra de freqüência é quando conseguimos mudar uma percepção de um transe ou acordar de um surto, profundo ou não. O exercício de quebra de freqüência é extremamente poderoso e simples de ser realizado em trabalhos de cura, potencializando nossa capacidade de quebrar padrões mentais que nos levam a idéias fixas e abrindo canais para que consigamos mudar as coisas em nossas vidas com as quais estamos tendo dificuldades em lidar.

Tanto os surtos quanto os transes estão intimamente ligados a processos envolvendo um influxo energético bastante forte no indivíduo, o que pode ser oriundo ou induzido por fatores extremamente distintos. Os casos de vivências místicas podem estar intimamente associados ao start-up de processos dessas naturezas.

Os surtos, muitas vezes, são inclusive necessários para determinados processos, como é citado, por exemplo, no trecho do texto do Dr. Francisco Assis de S. Lima - Psiquiatra, Mestre em Psicologia Social-USP, que segue abaixo:

"... O uso regular que venho fazendo da hoasca (...), há sete anos, me permite a observação de que o chá pode penetrar em espaços críticos e desencadear aquilo que Stanislav Grof(*) e sua escola compreendem como .emergências espirituais. Também observo que mesmo surtos com sintomatologia psicótica podem se inserir num processo mais amplo de cura ou de evolução espiritual, dependendo da estrutura de personalidade e também do contexto onde se apresente.

[(*) Grof foi o estudioso que trabalhou com a hiperventilação chamando-a de respiração holotrópica]

É importante estar atento às nuances com que os quadros clínicos se organizam. O processo de integração é trabalhoso e ninguém escapa, em algum momento, do sofrimento e da profunda dor. A presença de fatores genéticos, o nível de estruturação sócio-familiar, a história pessoal e o grau de vulnerabilidade de cada um são elementos de peso na emergência de crises bem como no seu aproveitamento. Em geral as crises tendem a ser resolutivas e envolvem o esforço por vezes extremo de superação de dificuldades em vários níveis. Como o processo de desenvolvimento do ser não é linear, comportando por exemplo, do ponto de vista psíquico, a conciliação de aspectos deficitários, conflitantes ou mesmo cindidos, não se pode perder de vista o fato de que .cada caso é um caso, evitando-se assim o abuso das generalizações."

Com um objetivo ilustrativo/didático, podemos citar surtos muito comuns dentro da literatura e das ocorrências psiquiátricas, com os quais muitos de nós já tomamos com eles contato de alguma forma: 

1) o da confusão gerada na percepção de algumas pessoas, em especial aquelas com tendências esquizóides mais aguçadas, em relação a manifestação de seu eu crístico, que é o centro divino que há em cada ser. Muitos confundem o despertar desse padrão vibratório elevadíssimo, que gera alto grau de influxo e elevação energética, com serem elas mesmas o próprio Jesus de Nazaré ou outra figura histórico/mítica com representatividade de messias, avatar ou algo que o equivalha, ou ainda a uma nova encarnação dessas entidades e até mesmo diretamente Deus.

O despertar da kundalini, muitas vezes está associado a esse tipo de fato. Claro que há uma distorção da percepção da pessoa. Mas na realidade, algo realmente de divino está sendo, agora, percebido em uma certa consciência embaçada por ela. Entretanto, esse "algo" sempre esteve e sempre estará em sua manifestação. Jesus tinha límpida e clara a manifestação de seu eu superior, tão cristalina que era percebida por quem o olhava diretamente, e, vendo-o nos olhos, as pessoas enxergavam-se a si próprias, daí, Jesus, que era Jesus de Nazaré, passou a ser conhecido como Jesus, "o" Cristo, e logo por Jesus Cristo...

Aquele que passa por um surto de se achar mestre, sem o ser, denota uma clara superioridade fria, coisa que no mestre é trocada por uma atitude amorosa, mesmo que seu estilo pessoal seja rude...

Outro ponto de distinção fundamental é que o mestre não se anuncia como tal, isso é sentido e propagado por quem com ele se encontra...

Para saber mais sobre mestres e avatares, inclusive sua distinção em relação às demais pessoais, veja o texto específico sobre textos sagrados, seres iluminados e avatares;

2) os de fixação e/ou "da missão". Muitos, principalmente após uma vivência mística mal conduzida, na qual sentem receber mensagens do astral, passam a achar que têm uma missão totalmente especial e única, dedicando toda a integralidade de sua  energia àquele propósito, via de regra, movendo grandes esforços em tentar atrair "adeptos" a suas causas. Aquele passa a ser seu único interesse e propósito. É importante realçar que, quando nascemos, não temos um destino ou uma missão, mas, na realidade, JÁ SOMOS o destino e a missão manifestos. Para se reencontrar, essas pessoas devem entender o conceito de dharma e procurar se re-enquadrar em seu caminho natural, lembrando que a vida é múltipla, comportando além do propósito específico com o qual se tornaram obsessivas, muitos outros aspectos.

Uma variante mais sutil deste surto está em pessoas que, aparentemente normais para si próprias, seus convíveres e até mesmo para alguns de seus terapeutas, possuem uma grande quantidade de energia interior e não sabem como dar vazão à mesma. Como recurso empregam toda essa energia em um empreendimento qualquer, quer seja comercial, social ou de meta pessoal, como realizar grandes feitos físicos, por exemplo. Essas pessoas tornam-se pessoas de um assunto único, sem perceber que cansam  em demasia aqueles com os quais convivem... 

As fixações ainda podem se manifestar, dentre tantas outras variantes, em torno de:

- expectativa de encontrar "algo", uma prática, uma doutrina, ou qualquer outra coisa que venha a responder todas as suas perguntas e sanar todas as dificuldades;

- encontrar uma pessoa que a partir do relacionamento ou convívio com a mesma tudo será "lindo", "uma beleza", no mínimo, mais fácil...;

- procurar, o tempo todo, atingir a cura plena ou a iluminação (esses processos são  lindos, fascinantes e enriquecedores, mas quando obsessivos tornam-se doenças e fazem a pessoa se desligar da importância de "viver o caminho", desfocando-se apenas para os fins, conseqüentemente não atingindo seus objetivos, que têm como exigência de sua própria natureza essa adequação de se estar presente e inteiro durante o caminho, quer a situação esteja boa ou não, agradável ou não);

 
3) o de personagem  de si próprio ou até mesmo idealizado. Este surto é muito comum e atinge pessoas que perderam profundamente o contato com sua energia da essência, vivendo praticamente o tempo todo "uma personagem" e não elas próprias. É o que se chama normalmente de pessoa "afetada". Possuem voz e comportamento lembrando caricaturas (aspectos específicos marcadamente exagerados, como, por exemplo, falar sempre como criança; zombando de tudo; exageradamente sério, etc). Vale ressaltar que todos nós apresentamos essa manifestação em um determinado grau, mas normalmente de uma forma mais sutil e muito pouco perceptível pelas outras pessoas.

...

O maior surto, e também a maior das iniciações espirituais, viagens místicas etc, pelo qual passamos é o do nascimento, quando nos esquecemos de tudo: do que somos, de onde viemos, qual a nossa condição etc. Nascemos com uma percepção astral e causal completa do universo e da criação, porém inconsciente. Cabe a cada um resgatar essa percepção ao longo da vida na maior profundidade que lhe for possível. Resgatá-la integralmente, em vida, pode ser considerado como o atingimento do processo de iluminação. É muito comum, entretanto, as pessoas nascerem, crescerem e morrerem no mais absoluto transe de inconsciência de quem realmente são...

A propósito desta questão dos surtos, é também bastante interessante conhecer um pouco à respeito de crises espirituais.

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Segredos / Trabalhos Individuais / Trabalhos de Grupo

Um segredo "incontável" funciona somaticamente para o organismo da mesma forma que um veneno. Já a pessoa sem segredo algum também tem dificuldade em desenvolver laços de relacionamentos personalizados, além de identificar a si própria.

Dessa forma, existem coisas "incontáveis" ou das quais nos envergonhamos muito mas para as quais precisamos dar vazão. Pois algo incontável gera um sentimento de exclusão dentro do grupo humano. Para esses casos, devemos procurar um terapeuta ou alguém, com o distanciamento proporcional ao tamanho desse segredo, para que possamos compartilhá-lo, de forma a nos livrar do  caráter de segregação criado por esse fardo. 

A pessoa sem segredo algum deve começar a entender e praticar a importância de ter alguns segredos com algumas pessoas, desenvolvendo assim o valor e a singularidade dos laços de relacionamentos.

Como decorrência desse quadro, sob a ótica terapêutica, teremos conteúdos para serem trabalhados em sessões individuais e conteúdos que só encontrarão ambiente para serem integrados, resolvidos, em trabalhos de grupo. Pessoal, social e terapeuticamente, dê de presente a si próprio(a) o prazer de poder estar transitando tanto na esfera da individualidade, quanto na do compartilhamento selecionado ou ainda na abertura e espontaneidade para com toda a raça humana. 
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O Anjo da Dor

A dor é inevitável, o sofrimento é opcional, faz parte do livre arbítrio. A dor não é um sentimento em si. É o que não somos. É intransferível. Daí, um pai ou uma mãe desesperados não poderem transferir para si próprios a dor que eventualmente vêem em seus filhos. Já os sentimentos são passíveis de serem absorvidos pelo outro e até pelo outro metabolizados (em casos especiais de a pessoa possuir esse poder, muito comum aos xamãs e curadores ou ainda a qualquer pessoa que seja profundamente envolvida com a outra pessoa em questão).

O sofrimento gosta de chamar a atenção, atrair piedade, compaixão e energia alheias. A dor pode ser silenciosa, manifesta ou até mesmo escandalosa. Entretanto, a dor indica, ensina e liberta. É extremamente importante resgatar, re-aprender, o valor de passar mal. Só passamos mal quando algo que estava estagnado, morto, dentro de nós é reativado. Aquilo começa a vibrar, e, então, vem a turbulência e o mal passa. Passa mal. Passe mal. Não deixe que o que ficou mal permaneça instalado dentro de você. Só tem o poder de passar mal aquilo que está vivo, que quer clamar pela vida, recuperá-la, para depois sentir-se novamente aliviado, vital.

O medo de passar mal, de sentir a dor, é paralisante, traz consigo o sofrimento, o congelamento e a incapacidade.

O anjo da dor é o único que não se enfada de nós, jamais. Tem a capacidade de nos acompanhar por toda a eternidade, se preciso for.

Vale enfatizar neste ponto que, como espíritos que são, as pessoas só entendem, percebem, ouvem e sentem o que querem em seu íntimo. Por mais que uma mensagem possa ser clara, o receptor pode deturpá-la totalmente de modo que seja conveniente a seus anseios. Conectar a dor conscientemente não implica em buscá-la viciosamente, tomar gosto por tê-la como sentimento padrão, muito pelo contrário, redunda em resgatá-la internamente, trazendo-a à luz da consciência, de modo que dores desnecessárias voltem a ocorrer sempre, pois muito pior do que aprender com os próprios erros é não aprender com eles...
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A influência dos relacionamentos no processo de cura

Em "Luz Emergente - a jornada da cura pessoal", de Barbara Brennan, há uma explicação detalhada, ao mesmo tempo científica e poética, de como os relacionamentos são capazes de influenciar nosso estado de saúde ou de doença. Costumo indicar esta leitura não apenas para aqueles que estão envolvidos em relações interpessoais delicadas, mas também para todos os que estão em processo consciente de cura e evolução e que podem lançar mão dessa obra como uma âncora e um livro de consulta em diversos momentos.

Jung também já alertou, muito própria e embasadamente, em suas obras do começo do Século XX, sobre a influência inconsciente das pessoas umas sobre as outras nos relacionamentos interpessoais ser de importância praticamente incalculável, devido tanto a sua qualidade quanto quantidade de fatores envolvidos. De onde se deduz que mesmo conscientemente acertando-se da melhor forma possível como estar se relacionando positivamente com o próximo, ainda temos um universo inconsciente que pode estar gerando efeitos os mais diversos possíveis, em todos os envolvidos nas relações.

Mas há uma regra básica: o homem é fruto do meio. Essa afirmação já vem da época remota dos pensadores do racionalismo. Trocando em miúdos: somos influenciados pelos padrões e pelos sentimentos das pessoas com as quais mais convivemos. Assim, podemos tanto absorver, por exemplo, medo, quanto confiança em um determinado relacionamento, frustração, ou vontade de viver, independente da situação e dos sentimentos envolvidos. Conviver com pessoas sadias, nos traz saúde, nos abre o portal de também incorporarmos respostas de cura a todos os nossos  relacionamentos, amplificando nossa capacidade de sintonizar uma freqüência de emissão e recepção de cura para todos os seres.
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Propagação do Processo

Em decorrência dessa alta influência dos relacionamentos, mesmo que percebida inconscientemente, sobre nosso estado de saúde e bem estar, é bastante comum ao passarmos por processos marcantes de cura, especialmente quando envolvendo vivências místicas ou estados alterados e/ou expandidos de consciência, querermos propagar esse tipo de vivência, com certa urgência, para as pessoas de quem gostamos e também com as quais convivemos.

Lembrando aquela velha e boa frase popular, "muita calma nesse momento...".

É natural que queiramos repassar os impulsos criativos que recebemos, assim como novos conhecimentos e prazeres, o que se dirá de vivências terapêuticas gratificantes. Entretanto, a terapia só toca em profundidade quem a procura espontaneamente, na hora certa, com o canal adequado para o seu momento.

A melhor ação que podemos oferecer no sentido de abrir esse tipo de canal para quem gostamos, além de um "toque" discreto de onde procurar esse caminho, é a nossa própria transformação real e positiva. O resto constitui-se apenas de utilizarmos o poder da nossa presença junto da pessoa de quem gostamos, sem em momento algum pressionar ou induzir a nada, quer em atitudes, palavras ou mesmo em pensamentos. A percepção em nós da mudança é o que pode despertar o outro a procurar saber de onde vem a fonte, o estímulo, o canal para conseguir para si o que alguém já vê consolidado em seu próximo. Esse momento, quando a pessoa busca a informação do caminho terapêutico, é um sinal de que ela está se abrindo para encontrar o que, pela sua própria vontade e intuição, ela resolveu buscar.
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Ser possível é diferente de ser fácil

Muitas vezes uma pessoa pode ser desiludida com feedback de um profissional ligado à área de cura em relação a sua condição de saúde e sobre seu processo de recuperação, sendo taxado, por exemplo, de doente terminal ou possuir "uma doença sem cura".

Qualquer profissional que tenha um mínimo de percepção espiritual, de fé na criação superior, não dirá algo desse tipo a alguém, preferindo adotar algo na linha do "eu não conheço uma técnica para o seu caso", "a ciência na qual me formei e domino, ainda não nos mostra um caminho para poder seguir com seu processo clínico", "eu não tenho nenhuma experiência bem sucedida com casos iguais ao seu"... (veja artigo específico a este respeito)

Por um outro lado, nas áreas de terapias complementares e assistências espirituais, é muito comum ver atitudes opostas, que oferecem as chamadas "curas milagrosas". Erro tão grave quanto o anterior.

Muita coisa realmente impressionante acontece na área de cura, milhares são os casos de resgate da saúde em processos para os quais a ciência ainda não tem explicação.

Entretanto, algo é muito claro: pode até haver "milagre" nessa área, mas não há "mágica". De alguma forma, a pessoa irá passar por um processo, via de regra, proporcionalmente tão desconfortável e doloroso quanto for o tamanho do obstáculo que sua doença representa, envolvendo sempre algo justamente que, inconscientemente, a pessoa evitava com todas as forças passar...

Pode ser que o processo seja possível, o que é diferente de ser fácil. Mas há também uma boa coisa em relação a isso: não ser fácil, também não implica diretamente em ser difícil. Ser possível/impossível, fácil ou difícil, penoso, prazeroso ou indiferente, são apenas reflexos dos estados de crenças de quem irá passar (ou recuar) ao processo / caminho a ser percorrido, isso tanto para processos de cura quanto para quaisquer outras experiências de vida que nos estejam disponíveis.
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Estado de alerta / Estado de Tensão

O estado de alerta faz parte de nossa consciência astral, contendo a própria manifestação pura de nossa intuição. Ao expandir nossa consciência, temos o benefício de ir agregando mais ações, percepções e dinamismo psíquico ao nosso estado de alerta. Por exemplo: podemos agregar ao nosso estado de alerta a percepção consciente de nossa respiração, das nossas alterações emocionais, dos nossos padrões de defesas de personalidade, nossa consciência espiritual e por aí vai. Quanto mais caminhamos em nossa própria busca pessoal, em nossa evolução, maior será o prazer de termos mais percepções agregadas simultaneamente ao nosso estado de alerta, às coisas às quais estamos conscientemente ligados, independente das demais tarefas que estejamos desempenhando. É algo que agregamos à ação consciente do nosso espírito (veja no texto sobre a percepção do tempo, como o corpo espiritual percebe o tempo...), é um ensaio rumo à onisciência que naturalmente está em nossas buscas mais profundas.

Nosso estado de alerta está acima do julgamento moral e acima da classificação de bem e mal. Ele simplesmente é, simplesmente está, simplesmente faz parte da nossa manifestação. Quando movidos à ação pelo impulso de nosso estado de alerta, não há questionamentos, só ação, só o poder da presença.

Estar alerta é diferente de estar tenso. E estar tenso também não implica necessariamente em estar nesse estado comum de percepção que passamos a empregar para designar nosso estado quando estamos diante de situações difíceis no dia-a-dia: "estou tenso com isso", "estou tenso por causa daquilo", uma espécie de estado que, somatizado, leva ao estresse, que pode ser entendido como o próprio estado de acúmulo excessivo de tensão à qual não foi dada a devida vazão.

Estar tenso, por si só, não é ruim, é apenas um estado de necessidade da matéria, especialmente da matéria como a entendemos e vivenciamos na terceira dimensão. Nosso corpo só é capaz de fica em pé, de ficar sentando, de se locomover, de se movimentar, de respirar, graças à tensão. O que é ruim, e que acabou por consagrar a expressão "estou tenso" sob uma ótica negativa, é o acúmulo de tensão, especialmente a médio e longo prazo, sem a devida vazão. Neste aspecto, estar tenso é estar preparado para uma situação que não acontece, não se efetiva. Assim, vemos nascer os inúmeros focos de tensão muscular permanente em nosso corpo, levando ao enrijecimento e inflexibilidade.

Ser flexível é importante, mas a hiperflexibilidade também é prejudicial, podendo inclusive ser um dos termômetros para denunciar, através da nossa bioenergia, nossa perda de contato com a realidade e seu respectivo entendimento.

É preciso haver tensão, assim como é preciso haver flexibilidade (mental, emocional, física e espiritual). Equilíbrio é a exata palavra neste caso. O yn e yang. O caminho do meio.

Quando ser flexível, quando manter a posição? Ligue-se ao estado de alerta, escute o seu coração. A resposta só pode surgir a cada momento específico. Está dentro de cada um. Cada um é o mestre dentro de si.
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Padrões

A expansão de consciência e a imersão nos processos terapêuticos envolvem a  busca e a consciência de padrões, sem o fim de mantê-los ou não, mas principalmente de somar essa informação para o nosso sistema de decisões. Perceber os nossos próprios padrões (de comportamento, de reação, de sentimentos), nos permite incorporar a sabedoria contida no ensinamento "não faça o que você quer, aí você vai poder fazer o que você preferir", citada em Autobiografia de um Iogue, de Paramahansa Yogananda.

Um direcionamento bastante proveitoso em relação à dissolução de padrões antigos, e conseqüente liberdade de manifestação de novas respostas e comportamentos, é o seguinte: ao implementar uma mudança de padrão é sempre bom começarmos por contextos mais simples, até nos sentirmos mais seguros com o novo padrão, aguardando o momento mais adequado de implementá-lo em situações mais profundas. Um bom exemplo para isso está ligado aos padrões de reação dentro dos relacionamentos. Digamos que a pessoa se sente oprimida e imobilizada toda vez que alguém "cresce" pra cima dela com argumentos e até atitudes mais contundentes. Ela percebe esse padrão e começa a se trabalhar para mudar isso. Muito pouco provavelmente ela terá êxito se for tentar mudar isso já numa primeira tentativa exatamente com alguém que lhe seja muito próxima e constante, como marido/mulher, pai/mãe, chefe etc. O indicado é que ela possa ir mudando essa sua atitude/sentimento em contatos primeiramente mais fortuitos, que nem irão acontecer novamente, como com uma pessoa qualquer que a chame a atenção na rua, um atendente de uma loja onde passou apenas eventualmente e por aí vai. Nessa fase, a pessoa verá que apesar de seus esforços, muitas vezes ainda virá a se sentir oprimida/imobilizada nesse tipo de situação em questão, mas também que já consegue observar mudanças em algumas ou muitas vezes. Gradativamente, a pessoa vai se sentir mais segura para tentar essas mudanças também em contatos um pouco mais freqüentes, como por exemplo em relação ao síndico de seu prédio, um colega de outro departamento da empresa etc. Chegará o dia em que começará conseguir a trazer seu desprendimento em relação àquele velho padrão para dentro dos relacionamentos mais íntimos. Geralmente, quando conseguimos nos mudar frente a velhos padrões em relação a pai/mãe é um indicativo quase certeiro que não teremos mais problemas com esse padrão com mais nenhuma outra pessoa...

Ficando atento para os padrões de comportamento/reação dentro dos relacionamentos, também vamos adquirindo mais habilidade para conhecer nossos padrões(*) também em outras áreas e dimensões do nosso ser, como por exemplo nossos padrões de nutrição, humor, habilidade em reagir frente a desafios diversos, doenças, metabolismo etc etc etc. Os padrões mais profundos que podemos perceber estão ligados à energia de nossa essência e podem ser denunciados pelas Estruturas de Defesas de Personalidade que mais manifestamos.

(*) e deles nos tornarmos livres, podendo reagir dessa mesma forma ou de outra qualquer, dependendo do que nos seja melhor após a avaliação de cada situação.
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Regressão / Flashback

A questão de padrões associa-se à questão de regressões e flashbacks. Um dos mecanismos terapêuticos mais antigos é o processo de regressão, que se entende pela sensação, muitas vezes induzida, de a pessoa resgatar as lembranças e, PRINCIPALMENTE, as sensações e emoções que teve em relações a determinado trauma(*), agora sob uma nova condição que lhe permita reviver a situação, porém integrando o que possa ter ficado de bom ou de ensinamento, agregando valor sobre aquilo, uma vez que o que ficou de negativo ou já está bem patente para a consciência, ou, bem pior, de tão intenso foi agregado aos conteúdos inconscientes, como uma forma de proteção do próprio sistema de equilíbrio psíquico e orgânico.

(*) O trauma  pode ser gerando tanto por uma única situação crítica e extrema, como pela somatória constante de muitas "pequenas" situações envolvendo o mesmo problema.

As regressões podem tanto ser a fatos recentes, quanto a de qualquer período da vida, como da infância, da época de gestação ou ainda sobre conteúdos de vida passada ou de origem até mesmo não identificada. Mesmo que a pessoa não tenha a crença de períodos como os de vidas passadas, o mais importante sobre este tipo de experiência é que ela possa viver a verdade de determinado conteúdo que ela traz dentro de si, e que essa re-vivência/releitura, dentro do contexto terapêutico possa trazer a ela o resultado de cura que ela procura e/ou precisa.

É muito comum ver as pessoas procurarem terapias de vidas passadas como forma de poderem se entregar à vivência de uma experiência mística que lhes aplaque uma busca interna e profunda por uma espécie de confirmação de sua própria espiritualidade ou ainda da manifestação de forças astrais que de, alguma forma, ela intui existirem. Esse tipo de busca pode ser, além de frustrante, uma forma de complicar ou piorar tanto o desenvolvimento e os processos de cura pessoais como os de percepção e evolução espiritual.

É muito comum ver pessoas surtadas com problemas ligados a vidas passadas quando não conseguiram se quer resolver seus problemas, por assim dizer, mais atuais, mais urgentes. Há ainda a ocorrência  da amplificação de determinados traumas por conta de se estar acessando conteúdos que não são devidamente integrados. Pessoalmente, vejo como mais eficientes os processos de cura que são startados como um livro de páginas em branco, prontos para receber o que for adequado para o momento, definindo-se a técnica de acordo com a percepção e a intuição do momento, tanto de terapeuta quanto de terapeutizado. Ao procurar uma terapia especificamente dessa natureza, procure um profissional sobre o qual tenha referências seguras e experiência nesse tipo de prática e que se proponha não somente a conduzir você simplesmente em um processo de regressão, mas também a orientá-lo na integração do conteúdo que daí surgir. Na dúvida, realize esse tipo de processo sozinho, pois assim é mais seguro: sozinhos, não atravessamos a linha de nossos próprios limites. A este propósito, em específico, sugiro a leitura do livro "A cura através da Terapia de Vidas Passadas", de Brian L. Weiss. MD. 

Veja mais a respeito de regressão no texto específico sobre este assunto.

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"Não gosto de Terapia"...

Algumas pessoas têm esse clichê mental internalizado de que não gostam de terapia. Dizer ou pensar algo assim é como dizer "não gosto de essências", é trocar um conceito por outro. A pessoa pode não gostar de determinadas essências, até mesmo de muitas delas, mas, com certeza, existem essências que lhe serão agradáveis.

O que normalmente ocorre em relação a eventuais aversões à processos terapêuticos, via de regra, vem de dois caminhos:

- um total desconhecimento do que seja um processo terapêutico;

- uma vivência inicial desagradável ou de pouco ou nenhum retorno efetivo em algum tipo de processo.

Sob uma determinada ótica, podemos entender a terapia como sendo uma ajuda. Ajuda é sempre boa, quando ela realmente se constitui de uma ajuda, é buscada ou oferecida no momento adequado. "Terapia, uma ajuda?... Ajuda pra quê?!!" Ajuda para conseguir algo que não estamos conseguindo realizar sozinhos, não apenas restabelecer o estado de saúde sob determinado aspecto efetivo, mas também para conseguir realizar algo que se vem tentando sem sucesso, atravessar uma barreira interna que sentimos não estar conseguindo ultrapassar, ou ainda tantas outras e infinitas necessidades.

O costume que tivemos com a seqüência ininterrupta de séculos e séculos de uma medicina voltada apenas para o socorro de reversão de males já bem instalados e de intervenções drásticas, inclusive com muitos processos invasivos, fez perde-se um pouco, ou melhor, bastante, de foco o sentido terapêutico de ajuda como resgate para os próprios processos internos de cura e evolução do sistema humano.

O estado de cura real, de satisfação plena, na realidade, e infelizmente, já foi vivenciado por muito poucos de nós.

O processo e o estado de cura são um dos vários conhecimentos e vivências que vão além do alcance da razão. É um conhecimento emocional, físico, mental e espiritual, que não se traduz apenas em palavras, mas, que por uma graça da natureza, é passível de ser propagado entre nós pelo poder da transmissão sinestésica. A sinestesia é a capacidade de se perceber uma mensagem de um meio com o sentido de outro. Assim podemos ter cores e cheiros "doces" ou "amargos", por exemplo.  Desta forma, uma pessoa, que muitas vezes pode ser um terapeuta, possui "uma chave" para nos transmitir uma emoção, uma sensação, uma força de vontade, seja lá o que for, que não estamos conseguindo sintonizar por um motivo ou por outro.
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Não existe cura sem:

  • meditação;

  • atividade física regular, prazerosa, não competitiva e sem a geração de lesões

  • contato de qualidade e freqüente com a natureza;

  • expressividade – represar os instintos e a expressividade é armar uma bomba dentro de si. O que nos cabe é aprender a lidar de novas formas com sentimentos difíceis de serem liberados sem ferir a nós mesmos e aos outros, aprendendo a integrar contradições e procurar ambientes e situações adequadas para darmos vazão a expressões mais contundentes e/ou menos harmoniosas que ainda temos dentro de nós;

  • individuação;

  • vida múltipla e rica em aspectos e abordagens;

  • realização pessoal em todas as áreas da vida (quando a realização é impossível em determinada área, que se torne uma questão de reorientação de propósito/objetivo e/ou adaptabilidade...);

  • amizades e relacionamentos prazerosos;

  • manifestação consciente de todos os sentimentos (alegria, tristeza, medo, confiança, raiva, amor etc etc etc);

  • espontaneidade;

  • suporte e conforto físico/material;

  • clareza de percepção, visão e propósito;

  • aceitação (sem aspectos de conformismo... Uma inquietação natural em relação a tudo o que pode, e deve, ser melhorado e perseguido funciona como uma ótima mola motivadora. Cabe aquela máxima: resignação para aceitar o que não pode ser mudado; disposição e clareza para mudar o que deve ser mudado; e sabedoria para distinguir entre as duas coisas);

  • equilíbrio;

  • espiritualidade (sem que seja confundida com submissão / limitação religiosa a doutrinas, seitas, igrejas etc);

  • capacidade de transitar harmonicamente entre os estados de interiorização e inteiração com o meio externo;

  • manifestação artística, lembrando que, em um sentido mais amplo, estar presente em harmonia com o ambiente é uma forma sublime de arte. Caso não consiga se expressar por intermédio de nenhum tipo de arte, a pessoa deve direcionar-se para começar por apreciar as artes que mais lhe interessarem...;

  • estilo de vida prazeroso;

  • entrega (sendo que a cura total, demanda uma entrega total...);

  • realidade.

Obs.: estes itens são citados considerando-se o processo de cura amplo do ser, o resgate de "tudo o que não está bom" e a abertura e trilhamento dos caminhos de realização pessoal e expansão de consciência. Claro que a reversão de males pontuais ou processos específicos de cura podem acontecer com soluções e encaminhamentos pontuais, como até mesmo, por exemplo, a utilização de remédios alopáticos (caso a pessoa posteriormente assimile e integre os prováveis efeitos colaterais e resolva as causas do problema inicial, melhor ainda...).

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O processo e o estado de cura são um dos vários conhecimentos e vivências que vão além do alcance da razão.


A informação e conseqüentemente o conhecimento por si próprios não resolvem os problemas humanos ou redundam em cura, especialmente em relação às questões mais profundas, mas fazem parte em algum momento do processo, podendo funcionar ainda como um ótimo canal de começo para as soluções...

- paz no universo -

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Livros
Indicados
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Luz Emergente - A jornada da cura pessoal - Barbara Brennan

A Prática da Psicoterapia - Jung

Bionergética - Alexander Lowen

Em Sintonia - a arte da ressonância - Jasmuheen

Curar o stress, a ansiedade e a depressão sem medicamentos nem psicanálise - Dr. David Servan-schreiber

A Doença como Caminho - Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke

A Loucura Cura - Guilhermo Borja

Os Desafios da Terapia - Reflexões para pacientes e terapeutas - Irvin D. Yalom

Metafísica da Saúde – Valcapelli & Gaspareto

 


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Primeira versão: 12/08/04

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Luiz Antonio Berto
Desenvolve estudos e práticas sobre o conceito de "Terapia Energética" (*),
tendo formação em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda -
e cursos técnicos de quiropraxia, bioenergética emocional e massagem terapêutica,
atuando profissionalmente nesta área desde 2001.
(*) Atividade ligada a autoconhecimento, busca pessoal e expansão de consciência.
* luiz.berto@apis.com.br    -   (61) 9963-0877
Brasília (DF)

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